quarta-feira, 9 de maio de 2012

copa do mundo no brasil é cilada

esqueça. você, cidadão comum, não vai aproveitar em nada uma copa do mundo no brasil. no máximo vai poder macaquear por aí que seu país receberá o maior evento esportivo do mundo. porém, o preço a se pagar por esse "privilégio" é um pouco alto. diria mais, é escandaloso.

a copa 2014 será a mais cara da história. mais cara que as últimas três (coréia e japão, alemanha e áfrica do sul) JUNTAS! você pode ter a certeza que um bando de corruptos e oportunistas estão neste exato momento esfregando as mãos esperando todo o dinheiro que ainda vai sar do cofres públicos em direção a seus bolsos. afinal,com as obras atrasadas é questão de tempo pros diferentes níveis de governo começarem a soltar milhões de reais pra que tudo fique pronto a tempo. você acreditou mesmo quando disseram que o dinheiro para as obras viria da iniciativa privada? me dá até arrepio imaginar uma dessas reuniões feitas para tratar de assuntos da copa... aquele monte de interesses pessoais em jogo, todo mundo querendo se dar bem, levar o seu quinhão.

sabe o que é mais ridículo, constrangedor? é quererem vender a ideia de que, para sermos anfitriões da copa vale tudo, até nos fodermos imensamente. vale vendermos a alma, em detrimento de investimentos em áreas que realmente deveriam importar para o país. afinal, temos que ser patriotas. temos que ficar felizes por estarmos em evidência dessa maneira. é quase como ficar feliz por ser estuprado pelo próprio pai, afinal, família é pra essas coisas, né? não...

não sei onde ouvi isso, mas me lembro de uma frase que diz que "o último refúgio do canalha é o patriotismo", ou seja, quando começam a vender uma ideia pra você abusando da retórica de pertencermos à mesma nação e que ser patriota significa dar um cheque em branco ou aplaudir tudo que se faz usando a ideia de nação como desculpa, deve-se começar a ficar desconfiado. sinto muito, não cola comigo. não vou fazer parte daqueles que macaquearão felizes da vida a maravilha de evento que é a copa. pelo contrário, vou lamentar o quanto seremos lesados com ela. daremos um festa de arromba e no dia seguinte ficaremos com a conta e com a geladeira vazia...

esqueça essa história de legado. é pra boi dormir. o brasil não estará melhor depois da copa, não haverá o tão alardeado e necessário investimento em áreas estratégicas como transporte, aeroportos, turismo, etc. vão dar um bela maquiada e bola pra frente! serão construídos alguns elefantes brancos, aquelas obras faraônicas e desnecessárias, estádios que após um mês de uso ficarão sub utilizados...

se acham que essas previsões são muito pessimistas, se estou sendo espírito de porco ao não compactuar dessa efusiva festa do futebol da qual deveria me orgulhar, sugiro que mirem-se no exemplo do pan-americano que aconteceu no rio em 2007, no qual o gasto final com os jogos foi mais de 600% superior ao estimado inicialmente. simplesmente abriram o cofre e saquearam à vontade, sem licitação e sem controle, igualzinho vai acontecer daqui pra frente.

portanto, se você não é sócio de uma grande empreiteiras, se não tem ligações escusas com o governo, com a cbf, a fifa ou a rede globo, pode desistir, porque você não vai se beneficiar em nada com a tal grande copa do mundo de 2014. as chances de você ir assistir no estádio não quase mínimas e mesmo que vá, saiba que a conta a se pagar depois será enorme...

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Escrevendo

"Não me lembro mais onde tudo começou, foi por assim dizer escrito todo ao mesmo tempo. Tudo estava ali, ou devia estar, como no espaço-temporal de um piano aberto, nas teclas simultâneas do piano. Escrevi procurando com muita atenção o que se estava organizando em mim e que só depois da quinta paciente cópia é que passei a perceber. Meu receio era de que, por impaciência com a lentidão que tenho em me compreender, eu estivesse apressando antes da hora um sentido.(...) Se eu pudesse escrever por intermédio de desenhar na madeira ou de alisar uma cabeça de menino ou de passear pelo campo, jamais teria entado pelo caminho da palavra."

LISPECTOR, Clarice. Para Não Esquecer, pág. 122-123. Rio de Janeiro, Editora Rocco, 1999.

_______________________________________
e ainda: "a certeza só aparentemente paradoxal de que o que atrapalha ao escrever é ter de usar palavras".

...porque é assim mesmo. se aventurar "a vestir uma ideia com palavras" é tarefa incerta, mania cansativa e frustrante. as palavras são tão poucas (5 milhões, digamos), enquanto há um infinito (infinito e meio) a se dizer por meio delas.
as teclas de um piano são todas, os dedos a tocarem-nas são tão poucos, que eu só posso tocar uma canção por vez...


[é que a clarice tocou nesse assunto e eu fiquei a pensar nele...]

segunda-feira, 23 de abril de 2012

tava aqui pensando...

A cidade de São Paulo é uma aberração com uma frota de mais de 7 milhões de veículos para 11 milhões de pessoas, ou seja, dois carros para levar três pessoas! É estarrecedora a quantidade de pessoas que trafegam sozinhas em seus carros diariamente (e mais incrível ainda é elas acharem ruim o trânsito caótico que elas mesmas criam!). A classe média ignorante toda feliz dentro de seu carro financiado indo trabalhar pra comprar gasolina e pagar o boleto. opa, eu disse feliz? não, não... é impossível dirigir em são paulo e ser feliz ao mesmo tempo.

Fala-se tanto em saúde pública (em incentivar as pessoas a pararem de fumar, por exemplo), mas NUNCA vi nenhuma campanha efetiva incentivando as pessoas a usarem menos seus carros, sendo que o automóvel é muito mais prejudicial à coletividade que um cigarros. Pelo contrário, comprar carro aquece a economia, gera empregos, desenvolve o país... esse é o argumento mais nojento, burro e cínico que eu conheço. Se formos por esse lado nada pode ser digno de contestação, já que tudo que é comercializado faz a economia girar (de pirulitos a pedras de crack).

Milhares e milhares de quilômetros de vias públicas são subutilizadas pelo transporte individual e parece ser a coisa mais normal do mundo. A cidade não é do cidadão (que geralmente se espreme na calçada), é do carro, para ele passar, o mais depressa possível. Esses milhões de carros cospem diariamente toneladas de fumaça na cara de cada paulistano e achamos normal vivermos no lixão... Agora, fumarem do nosso lado? ah, isso não! Isso faz mal à saúde, isso é nojento. Lotar uma rua de milhares de pessoas fazendo uma passeata é um absurdo, um desrespeito à ordem, mas se esquecem que a rua é de todos e todos têm o direito de usá-la. Ninguém é especial porque se esconde dentro de uma caixa de ferro de uma tonelada. Acredite o sonho dourado de desfilar por ruas quase vazias com seu seu belo automóvel simplesmente não existe, enganaram você no comercial da tv...
_________________________
"A justificativa para a construção de novas ruas e estradas normalmente é a redução dos congestionamentos. Mas isso simplesmente não funciona. O aumento dos carros leva à construção de mais estradas e ruas, que por sua vez levam ao aumento do uso dos carros".

"Por que existe tão pouco espaço em nossas cidades onde as pessoas possam relaxar e interagir, livres do incessante comprar e vender da vida comum? Por que as pessoas são forçadas a organizar suas vidas em torno da posse de um carro".


LUDD, Ned (Organização). Apocalipse Motorizado: A tirania do automóvel em um planeta poluído.São Paulo, Ed. Conrad, 2004.


quinta-feira, 12 de abril de 2012

"o ctb [código brasileiro de trânsito] determina que na ausência de ciclovia, ciclofaixa ou acostamento transitável a preferência é do ciclista, e que os veículos  automotores devem reduzir a velocidade de forma compatível com a segurança no trânsito para ultrapassá-lo, além de guardar distância lateral de um metro e meio durante a ultrapassagem. mas no dia-a-dia os ciclistas que circulam nas ruas são vistos como intrusos pelos motoristas, por jornalistas arrogantes e desinformados e pela própria polícia. na nossa cultura, a rua está para o carro assim como o mar está para o peixe. a bicicleta é vista como um corpo estranho."

LUDD, Ned (Organização). Apocalipse Motorizado: A tirania do automóvel em um planeta poluído, pág. 128. São Paulo, Ed. Conrad, 2004.
______________________________________
e o mais espantoso é que a gente nunca se questiona se realmente são esses os peixes que gostaríamos de ver nadando em nosso mar...

sexta-feira, 23 de março de 2012

Bauman sobre a Justiça

"Mas como seria essa 'sociedade justa'? A única resposta que eu poderia oferecer de boa consciência é: uma 'sociedade justa' é aquela que pensa não ser justa o bastante, que questiona a suficiência dos níveis de justiça alcançados, sejam eles quais forem, e considera que a justiça está sempre pelo menos um passo adiante. Acima de tudo, é uma sociedade que reage raivosamente a qualquer csao de injustiça e desde logo procura corrígi-la".

(BAUMAN, Zygmunt. Bauman sobre Bauman: diálogos com Keith Tester, pág. 75, editora Zahar, 2001)
____________________________
gosto da ideia de justiça partindo de uma reação àquilo que é injusto. quer dizer não há aqui noções sólidas para o que cada uma dessas palavras significa. dada a nossa condição, não podemos conceber claramente (apesar de tentarmos sempre) o que é a justiça. mas podemos, isso sim, nos manter atentos, críticos de nós mesmos para buscá-la incansavelmente, ainda que cientes que não a alcançaremos em definitivo (num misto de dádiva e maldição). enfim promover a justiça (em seu sentido mais abrangente e virtuoso) deve ser um processo contínuo, uma longa e indefinida estrada e não uma linhade chegada...

quinta-feira, 22 de março de 2012

querenças...

sabe, acho que eu quero ver todos os filmes do woody allen. todos que ele lançar daqui até o dia de morrer.
talvez veja os dos irmãos marx.
acho que também vou querer ouvir todas as músicas do humberto gessinger (inclusive as ruins).
assim como as de todas as três mil e quinhentas bandas que eu gosto.
(espero que eu descubra e goste de muitas outras...)
ainda vou reler, muitas vezes mais, a estrela da vida inteira do manuel bandeira e a obra completa do ferreira gullar e do carlos drummond de andrade.
queria saber mais sobre muitos assuntos.
queria entender melhor foucault e lévi-strauss.
espero que continue passando chaves para sempre e que sempre me surpreenda sendo exibido nos horários mais inesperados
e que eu possa ler o final de evangelion antes de morrer.
queria saber dizer a coisa certa para cada pessoa em todos os momentos.
queria conseguir continuar fazendo música como um adolescente, mesmo que não fossem boas, que pelo menos fossem sinceras (na sua fragilidade).
e que eu tenha ainda o ímpeto (a ingenuidade) de escrever rascunhos que ninguém nunca vai ler (misto de sopro e de suicídio).
espero ansioso pelo dia em que verei meu time do coração conquistar o mundo pela quarta vez.
acho que vou querer andar de bicicleta pelo resto da vida...

_____________________
e continua...

quarta-feira, 21 de março de 2012

sobre o café à minha frente...

gosto de vê-lo girar dentro da xícara, naquele preto abismal. o cheiro inconfundível e o aroma forte, quase amargo.
o café em si não tem um sabor tão agradável
(não a ponto de justificar seu consumo diário em grandes quantidades).
mas nada substitui a vontade de tomar café.
no horário certo, inadiável
(coisa típica de um pequeno funcionário de uma repartição pública).
como se uma coisa não-tão-boa também merecesse ter seu lugar na minha rotina.
gosto de bebericá-lo bem quente, em pequenas goles e de preferência com os olhos perdidos em outras linhas.
não que isso venha ao caso, claro...

sexta-feira, 16 de março de 2012

autores cretinos de ideias estúpidas

estamos elegendo políticos sem o menor senso democrático, sem respeito aos direitos individuais do cidadão, sem uma visão global da sociedade e sem a menor preocupação pela sociabilidade e pelo convívio harmônico nas cidades.
sim, os políticos que aí estão, pelo menos uma grande parte, que se regojizam em aparecer publicamente com ideias estúpidas, demagógicas e rasas, parecem a reunião da liga das senhoras católicas, querendo manter a moral e os bons costumes. e quem duvida que vem mais por aí?

escrevo isso pensando em muitas "ótimas ideias" vomitadas de diferentes esferas do poder. a mais recente é a do deputado estadual campos machado querendo proibir o consumo de bebidas alcoólicas em vias públicas. sim, ninguém mais vai poder tomas umas no portão de casa ou na praia (!), sabe o motivo alegado? evitar que as pessoas dirijam bêbadas. puta que o pariu!!! isso é uma piada? é a mesma coisa que eu matar meu cachorro pra eliminar as pulgas dele. não faz o menor sentido. e ainda dizem que em outras cidades do mundo já existem leis assim. ótimo, se é pra copiar o primeiro mundo, londres tem 400km de metrô, então quero em sp também.

o josé mentor do pt criou um projeto de lei que visa proibir a exibição na tv de lutas violentas (ou seja, o mma). os argumentos são explicitamente moralistas (só ler aqui) e em resumo diz que mma é coisa de troglodita, que incita a violência nos seres humanos e que a tv, sendo concessão pública não deveria  "promover [esses] valores esportivos e civilizatórios do cidadão brasileiro". agora eu pergunto (perguntaria se tivesse a oportunidade): quem ele pensa que é pra dizer pra mim o que eu devo ou não assistir (e no caso eu nem gosto de assistir esse bagaça)? baseado em tais argumentos (de se "preservar" o cidadão) eu posso proibir QUALQUER coisa (se for pra ser assim, preserve minha saúde mental estirpando o bbb da tv, por favor), assim como se faz países autoritários. Eu tenho uma ideia melhor: que tal uma educação maciça e extrema qualidade que, entre outras coisas, desenvolva a capacidade de reflexão e de discernimento do cidadão. Sim, aí ELE vai poder decidir o que é bom ou não. Nós NÃO precisamos de um Estado tutor nos "preservando", CENSURANDO o que podemos assistir. Não há NENHUM indício que programas de tv violentos deixem as pessoas violentas, afinal a violência já existia antes de televisionarem o mma e vai continuar existindo com ele ou sem ele. se vier a existir pessoas que se influenciam por programas de televisão para justificar seus atos, ELAS são o problema e não o contrário. Têm pessoas que matam outras em nome da religião, mas nem por isso se propoem o fim das religiões (e nem quero isso).

Outro caso, o mais esdrúxulo na minha opinião, é a retirada de circulação do dicionário houaiss, que segundo um promotor público federal, trazia um significado perjorativo para a palavra "cigano".  essa é ainda mais absurda, afinal, supostamente o ministéio púlico possui em seus quadros promotores que passaram por um rigoroso processo seletivo para exercer o cargo e deveriam ser pessoas mais centradas e ponderadas, já que não dependem do voto do eleitorado - e da demagogia, ao contrário dos dois aloprados acima - para sobreviver em sua profissão.  porra, não é possível que sejam tão obtusos e ignorantes assim. alguém, por favor, avisa pra ele que os dicionário trazem os SIGNIFICADOS das palavras e muitas vezes vindo de diversos contextos sociais, e não o contrário. se popularmente "cigano" tem uma acepção perjorativa (assim como milhares de outras palavras que designam milhares de outros grupos sociais e que acabam ganhando significados extras) a culpa não é do dicionário. proibí-lo de tentar retratar o mais fielmente possível o que determinado verbete quer ou quis dizer em algu momento, em certo contexto social e indicando explicitamente que aquela é uma definição popular e perjorativa é uma ideia burra, risível e PERIGOSA. mais uma vez no  vemos diante de uma tentativa de restringir a circulação e o acesso à informação. parece besteira dizer isso? mas vamos supor que com o passar dos anos se torne praxe cada vez mais uma vigilância sobre os dicionários, aí começam a suprimir ou mudar o significado de uma palavra aqui, outra ali e no fim das contas estaremos à mercê de censores. o que além de tudo seria um desserviço ao conhecimento. o ser humano é generalizadamente preconceituoso e não é no dicionário que devemos tentar mudar isso, mas sim na ação efetiva, na ideias e nas atitudes de um para com os outros. Detalhe: procurei ao acaso o significado de francês no próprio houaiss e lá no fim está escrito assim: "8 falsamente delicado; hipócrita, fingido". fica a dica pra algum francês que se sentir discriminado por tal acepção. ou ainda em "baleia" uma das definições possíveis é "indivíduo muito gordo, obeso", o que, na lógica daquele distinto órgão seria também puro preconceito.

enfim, o problema não é se vão me dar enquadro ao tomar cerveja na rua, nem se vão proibir de passarem ufc na tv e muito menos se vou poder consultar o dicionário houaiss ou não. tô pouco me fodendo pra isso tudo. me preocupa, isso sim, representantes públicos com uma mentalidade tão tacanha, moralista, anti-democrática e beirando a ignorância, enquanto ações mais simples e efetivas trariam melhores resultados. em vez de ficar matutando qual vai ser a probição da vez, que tal (e sem querer ser demagogo) um profundo esforço coletivo pela educação, que transmita aos jovens noções de cidadania, capacidade de reflexão sobre as questões humanas, princípios de respeito e tolerância ao outro e que os ensine que as palavras, enquanto produto da vida em sociedade trazem significados que não necesariamente são aqueles que queremos. olha só que ideia simples! pode parecer chocante, afinal ninguém nunca pensa em  desenvolver a mentalidade do cidadão e a capacidade de formar e defender suas opiniões, mas, tal qual um grande rebanho, buscam somente traçar um caminho a ser percorrido, sem maiores esforços. com isso eu nunca vou concordar.

terça-feira, 13 de março de 2012

de um suspiro

"acho que tem meio que um lance de justiça divina nesta terra, ou equilíbrio universal se preferirmos tirar o tal 'deus' da jogada... é um alívio saber que cretino aqui cedo ou tarde também vai se foder grandão. quer dizer, dependendo da pessoa a gente até acha que merecia algo pior, mas pelo menos uma breve visita pelo inferno, cedo ou tarde, todos fazem. e não adianta espernear, botar a culpa em alguém deste ou de outro mundo.
"sei lá se é verdade o que dizem de que 'você planta o que você colhe' ou que 'um dia é da caça, outro do caçador', o fato é que alguma coisa ruim a gente sempre colhe e vez ou outra a gente invariavelmente se torna a caça.
"e por mais que tenhamos a impressão que a ordem das coisas é estática e que quem se dá bem continuará se dando sempre bem, eu tenho absoluta certeza que, mesmo que seja por um momento, todos nós estaremos de joelhos, clamando misericórdia, complacentes de nossa própria dor... não há escapatória.
"então você, que por convicção ou por descuido é um filho da puta (e aqui não cabe nenhuma dúvida quanto ao caráter da mãe, mas sim do próprio filho), que bate no peito, desafiando deus e o diabo (ou em nome deles), saiba que  a vida lá fora está esperando, sedenta pra te foder também... e você vai apanhar e vai chorar que nem criança longe da mãe."

terça-feira, 6 de março de 2012

o que eu aprendi com "a dama de ferro":

"Vigie seus pensamentos; eles se tornam palavras.
Vigie suas palavras; elas se tornam ações.
Vigie suas ações; elas se tornam hábitos.
Vigie seus hábitos; eles formam seu caráter.
Vigie seu caráter; ele se torna seu destino."